Aconteceu
Informações sobre o Pagamento de Novembro
Ativos da Educação e servidores ativos e inativos da Segurança receberam integralmente os salários; demais servidores vão ser pagos de forma escalonada.
O Governo do Estado depositou, integralmente, nesta sexta-feira (16/12), os salários de novembro dos servidores ativos e inativos da área de Segurança – policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários. Na quarta-feira (14/12), foram depositados os vencimentos dos servidores ativos da Educação. Os valores totais pagos representam 59,8% da folha de novembro, que é de R$ 2 bilhões.
Os demais servidores ativos, inativos e pensionistas receberão de forma escalonada, em até nove parcelas. Os servidores que ganham os menores salários terão os vencimentos quitados integralmente já nas parcelas iniciais. Os valores a serem depositados nas contas do funcionalismo e pensionistas cumprirão o seguinte calendário:

O calendário só será cumprido se não houver bloqueios das contas do Estado. Os valores são aproximados porque dependem da receita efetiva de tributos que entrará nos próximos dias nas contas estaduais. Entre os dias 12 e 16 de dezembro foram bloqueados R$ 84 milhões pela União. Nos próximos dias 19 e 20, serão bloqueados mais R$ 66 milhões. Os bloqueios são contratuais pelo não pagamento da dívida. O calendário divulgado considera os bloqueios mencionados.
Aconteceu
CRH-Desenvolvimento fará testes de nivelamento para turmas de Excel
Dando continuidade ao processo de capacitação, o Desenvolvimento de Recursos Humanos está promovendo um programa de capacitação em Excel Básico e Excel Intermediário em datas a serem divulgadas oportunamente.
A fim de que sejam constituídas turmas com conhecimentos similares, será realizado um teste de nivelamento com o objetivo de identificar qual o grau de conhecimento em Excel dos servidores interessados.
Caso você tenha interesse em avaliar o seu nível de conhecimento em Excel e queira participar do teste de nivelamento, entre em contato pelo e-mail crh-desenvolvimento@rioprevidencia.rj.gov.br.
A duração do teste terá entre 15 e 60 minutos.
Aconteceu
Informações sobre o Pagamento de Novembro
O Pagamento de novembro dos servidores ativos da educação está sendo integralmente depositado hoje, 14 de dezembro. Os pagamentos serão feitos até o final do dia, podendo se estender além do encerramento do expediente bancário. O pagamento será possível devido à utilização da receita do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Já os funcionários ativos e inativos da área de Segurança, policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários terão seus vencimentos depositados no próximo dia 16 de novembro.
Os valores totais a serem pagos até sexta-feira representam 53,6% da folha de novembro, que é de R$ 2 bilhões.
Os demais servidores ativos, inativos e pensionistas receberão, de forma escalonada, em calendário a ser estabelecido até o fim desta semana.
Aconteceu
Café com o Presidente debate autonomia das Autarquias e comunicação entre os setores do Rioprevidência
No dia 6 de dezembro foi realizado mais um Café com o Presidente na sala da Diretoria Executiva, na sede do Rioprevidência. Participaram do evento o Diretor-Presidente, Reges dos Santos, o Diretor de Administração e Finanças, Armando Carreira Neto, o Diretor Jurídico, Marcel Gladulich, e os servidores Daisy Bigossi, Orlando Correia Filho, Rogéria Schwartzman e Andréa Guimarães.
Daisy Bigossi comentou que nesta semana os servidores souberam que o Detran recebeu o pagamento referente ao mês de novembro e o 13º salário. Reges Moisés argumentou que aquela Autarquia possui independência financeira e recursos próprios, diferentemente do Rioprevidência. “O Detran consegue pagar custeio e servidores do órgão com o que eles arrecadam. Nós só poderíamos ser independentes se arrecadássemos para pagar ativos, inativos, pensionistas e custeio do Rioprevidência. E não temos como desvincular os ativos para questões de pagamento”, explicou ele.
Com relação à questão de autonomia de Autarquias, Armando Carreira Neto esclareceu que “a nossa autonomia é diferente da do Detran, porque eles não recebem aporte do Tesouro para que a conta feche”. Segundo Reges Moisés, esse é o porquê de não poder ser realizado pagamento de ativos mesmo que haja recursos provenientes da Compensação Previdenciária – COMPREV. Daisy observou que os servidores do Rioprevidência não tiveram reajuste inflacionário, e que, com o parcelamento de salários, os servidores estão tendo dificuldades para honrar as dívidas.
Rogéria Schwartzman analisou que, apesar de haver uma ordem do STF determinando o fim dos bloqueios judiciais nas contas do Estado, ainda continuam havendo arrestos. Reges explicou que esses arrestos são feitos por credores, configurando-se como bloqueios por questão de repasses. “Eu quero pagar os servidores, mas não depende só da minha vontade”, declarou o Presidente.
A respeito da securitização das dívidas do Estado, foi esclarecido que o mercado não está propício para esse tipo de operação. “Hoje não tenho como fazer. Não tenho abertura de royalties. A SEFAZ está tentando captar recursos por todos os meios, incluindo dívida ativa e ICMS.”, indicou Reges Moisés. Armando mencionou que o Rioprevidência está tentando manter condições dignas de trabalho para os servidores, por meio do custeio da Autarquia, e acrescentou que a Diretoria já está começando a pensar no que fazer caso haja mudanças com o Bilhete Único.
Andréa Guimarães elogiou o Café com o Presidente pela melhoria no acesso à informação, e Rogéria perguntou se a Gerência de Benefícios sairia realmente da sede do Rioprevidência. Armando esclareceu que o Fundo recebeu alguns imóveis, entre eles o prédio da Secretaria de Fazenda situado na Rua Buenos Aires, nº 29, esquina com a Rua da Quitanda. “A ideia é transferir a sede toda do Rioprevidência para o prédio da SEFAZ juntamente com almoxarifado e COMPREV, uma vez que aquele edifício é consideravelmente maior e melhor estruturado. Mas ainda precisamos fazer reformas”, afirmou Armando.
Andréa sugeriu que fosse criada uma área para descanso dos servidores nos intervalos entre os atendimentos, devido ao desgaste causado pela assistência aos beneficiários. Reges Moisés assegurou que essa área estaria já englobada no projeto de terraço social, discutido em Café com o Presidente anterior. Houve, ainda, reclamação sobre a comunicação entre os setores, incluindo a falta de acesso às informações sobre o andamento de processos dos beneficiários. Daisy recomendou, então, que fosse aberto um espaço no SIGAP para esclarecer qual análise está sendo feita pelo setor em que se encontra o processo buscado. Rogéria, por sua vez, sugeriu a abertura de um chat interno para solucionar essas questões, porque o segurado não pode ficar sem a informação.
Daisy quis saber o porquê de após digitalizar os processos contidos no Arquivo não houve o descarte desses documentos, que hoje geram ônus financeiro para o Rioprevidência por meio de contrato de guarda com empresa contratada. Reges Moisés esclareceu que esses processos são de aposentados, de pensionistas, e de servidores ativos do Rioprevidência. Segundo ele, há a questão legal da temporalidade dos documentos físicos, que precisam ser guardados por determinado período de tempo, e ainda necessitam de armazenagem adequada.
Orlando Correia Filho demonstrou interesse em participar da capacitação sobre regras de aposentadoria. Reges Moisés destacou a importância de todos os servidores fazerem os cursos sobre as regras. Ele disse, também, que se for inviável nomear novos concursados, terá que aproveitar aqueles que serão postos em disponibilidade após a dissolução de alguns órgãos por meio de decreto do Estado. A respeito do decreto que suspende por um ano as nomeações de concursados, foi esclarecido que não haverá prorrogação do prazo, uma vez que o decreto se refere somente a novos concursos ainda não homologados.
Armando recordou que no Café com o Presidente realizado na Agência Central no dia 22 de novembro havia sido solicitada análise para saber se o Rioprevidência poderia pagar a um servidor três conduções por percurso. Ele orientou os servidores que necessitam de três conduções a entrarem em contato com a Coordenadoria de Recursos Humanos.
Rogéria indagou se poderia haver a inclusão do horário de almoço nas oito horas de trabalho diárias, em vez de serem cumpridas as oito horas de trabalho mais uma hora de almoço. Ela também quis saber qual seria a possibilidade de haver rodízio entre servidores ou a redução da carga horária da Autarquia, caso a crise chegue a níveis extremos. Reges Moisés explicou que podem faltar recursos para pagar salário de servidores, e que, nesse caso, fazer greve seria uma atitude legítima.
O Diretor-Presidente alertou, ainda, para a possibilidade de demissão de pessoal por meio de enquadramento na Lei de Responsabilidade Fiscal: “se há redução de carga horária ou rodízio de pessoal, acenaremos para o restante do Estado que há servidores ociosos. Nesse caso, o Estado julgaria que não precisaríamos de mais pessoal para a centralização de aposentadoria, ou pior: que a quantidade de servidores hoje na Autarquia é excessiva, dando margem à possibilidade de dispensa. Se for necessária a greve, sem problemas. Mas, rodízio, sem condições”, defendeu ele.
Aconteceu
Cursos de capacitação para o ano de 2017 já estão disponíveis para os servidores
O Desenvolvimento de Recursos Humanos informa que a Escola de Contas e Gestão do TCE já está disponibilizando inscrições para cursos no ano de 2017. Há cursos gratuitos e de excelente qualidade voltados para a Administração Pública.
Para se inscrever em um dos cursos oferecidos, o servidor deve:
1) Acessar o site da Escola http://www.ecg.tce.rj.gov.br/principal.
2) Realizar o cadastro, caso ainda não tenha realizado;
3) Clicar em: Formação e Capacitação;
4) Público Alvo: Estadual;
5) Escolher o curso do seu interesse;
6) Solicitar a autorização da chefia para a realização do curso;
7) Efetuar a inscrição no curso do seu interesse;
8) Aguardar a resposta por e-mail de confirmação da ECG/TCE;
9) Enviar a resposta do e-mail para a sua chefia imediata e;
10) Solicitar que a sua chefia reencaminhe o e-mail do TCE autorizando o curso para
crh-desenvolvimento@rioprevidencia.rj.gov.br;
11) O Desenvolvimento de RH providenciará a emissão do Oficio;
12) Quaisquer dúvidas poderão ser esclarecidas com a equipe do Desenvolvimento de RH.
Atenção: Os cursos disponibilizados pela Escola de Contas e Gestão do TCE serão realizados na Rua da Constituição nº 44, no Centro do Rio.
Aconteceu
Mobilidade interna e ponto eletrônico são assuntos debatidos durante o Café com o Presidente na Agência Central
No dia 22 de novembro, questões referentes a pagamento de salários e de benefícios se destacaram nas demandas dos servidores da Agência Central, da Coordenadoria de Atendimento, e da Coordenadoria de Suporte aos Canais, que se reuniram para mais um encontro do Café com o Presidente. Contudo, dúvidas e sugestões com relação a transporte, auxílio-alimentação, ponto eletrônico e revisão de contratos também permearam o evento.
Daisy Bigossi comentou o resultado da Pesquisa de Clima Organizacional, no qual foi apontada nítida insatisfação dos servidores com os benefícios concedidos. Reges Moisés disse que o auxílio-saúde será verificado. Com relação ao auxílio-alimentação, a possibilidade de ser realizado convênio com a empresa Sodexo já foi avaliada. “O Sodexo trabalha com taxa negativa, o que nos daria flexibilidade para aumentar hoje o valor diário do vale, por meio do cartão, para R$ 13,00. O que me preocupa é o corte das despesas pelo Estado, havendo a possibilidade de corte também dos cartões de alimentação”, esclareceu o Diretor-Presidente.
Flávia Mourão abordou o tema da revisão de contratos, que está em curso no Rioprevidência, e sugeriu que não fosse renovada a contratação do sistema de Processo Digital, uma vez que os processos poderiam tramitar fisicamente, como foi feito com as auditorias de benefícios. O Diretor-Presidente apontou que há diferença entre o que é considerado gasto e o que é investimento. “Hoje não conseguiremos fazer a centralização de aposentadorias se não for por meio de processo digital. É um investimento, uma vez que alcançaremos uma economia de cerca de R$ 100 milhões por mês”, assegurou Reges Moisés.
Fábio Gonçalves sugeriu, então, que as melhorias no sistema de processo eletrônico fossem realizadas por servidores capacitados do próprio Rioprevidência. “O projeto deveria ser tocado pelo pessoal da casa, com investimento em capacitação. Depois que acabar o contrato não podemos ficar dependentes”, argumentou ele. Reges Moisés respondeu que a intenção da Diretoria é a de realmente capacitar servidores para fazer a manutenção do sistema de processo digital, e fazê-los trabalhar em conjunto com a empresa contratada para adquirir conhecimento.
Daisy perguntou como ficaria a questão dos extraquadros e dos cedidos com a crise financeira do Estado. O Diretor-Presidente esclareceu que, com relação aos cedidos, foi publicado decreto determinando que os servidores cedidos com ônus, cujos órgãos de origem não sejam do Estado do Rio de Janeiro, e que não pertençam ao alto escalão do Governo, sejam devolvidos aos órgãos de origem. “Quanto aos extraquadros, vamos analisar caso a caso. Os extraquadros não são os vilões do Estado, não custam tanto quanto se fala. E o extraquadro não deve fazer a parte administrativa, mas o assessoramento”, explicou Reges Moisés.
Daisy e Fábio quiseram saber se o exame periódico feito pelos servidores tem caráter obrigatório, e se não poderia ser realizado pela Perícia Médica do Estado, visando o barateamento do serviço. Reges Moisés disse que essa alternativa será verificada. Com relação ao Bilhete Único, Carlos Augusto Bastos indagou se haveria a possibilidade de o Rioprevidência pagar três conduções por percurso. O Diretor-Presidente disse que o pedido será analisado, e acrescentou que a Coordenadoria de Recursos Humanos será reestruturada. “O RH é para o servidor se sentir à vontade. Preocupa-nos muito o servidor esperar para ter esse tipo de conversa com o Presidente, porque significa que ele não está à vontade com o RH”, disse Reges Moisés.
Passou-se, então, aos assuntos de carga horária dos servidores e ponto eletrônico. Flávia perguntou se seria possível os servidores cumprirem as oito horas diárias da jornada de trabalho, estando aí incluída a hora de almoço, em vez de nove horas diárias. “Precisamos pensar como instituição. Vocês estão no Atendimento, têm que estar aqui. Vamos fazer uma consulta sobre as oito horas e definir isso”, determinou o Diretor-Presidente.
Reges Moisés aproveitou para esclarecer como funciona a mobilidade interna no Rioprevidência. “Se já houver um nome para o cargo a ser preenchido, a pessoa será diretamente encaminhada. Se não houver, abriremos mobilidade interna. Não é nosso objetivo fazer a mobilidade já tendo um nome escolhido visando somente dar alguma satisfação”, explicou ele.
“Para trocarmos de categoria, é exigida pós-graduação. Eu fico preocupado em assumir compromisso sem saber se vou receber salário. Também vejo o Rioprevidência sem condição de custear parte do curso. Isso será um impedimento para a progressão na carreira?” questionou Marcos Machado, demonstrando preocupação com a progressão na carreira. Reges Moisés esclareceu que, como a progressão está condicionada em lei, conceder essa passagem de nível sem completar os requisitos não é possível.
Suzi Silva reclamou que pensionistas têm o costume de ir até o fundo da Agência Central, sem passar por processo de triagem, e de se dirigir diretamente à mesa do supervisor. Ela solicitou, então, que fosse colocada uma corrente, de forma a barrar o acesso direto dos beneficiários. Reges Moisés disse que isso será verificado e, informou que está procurando um novo espaço para acomodar melhor os servidores, já que o prédio do Rioprevidência se tornou pequeno. Dessa forma, não pôde ser feita reforma no térreo da Sede para a construção de uma nova copa.
Aconteceu
Pagamento de salários e de benefícios são destaques no Café com o Presidente na Agência Central
No dia 22 de novembro, os servidores da Agência Central, da Coordenadoria de Atendimento, e da Coordenadoria de Suporte aos Canais se reuniram para mais um Café com o Presidente. O evento aconteceu na Agência Central e contou com a presença da Gerente de Atendimento, Cristina de Souza, da Coordenadora de Atendimento, Carla Marques, e do Coordenador de Suporte aos Canais, João Paulo Silva.
O Diretor-Presidente, Reges Moisés, deu início ao evento agradecendo a presença da equipe, e disse que o formato original do “Café com o Presidente” foi alterado. Segundo ele, o objetivo seria desenvolver maior aproximação e mais um canal de comunicação das agências com a Presidência. “As agências são o cartão de visita do Rioprevidência”, apontou o Diretor-Presidente.
Flávia Mourão questionou o fato de os servidores receberem as informações referentes a pagamento por meio da mídia, em vez de haver uma comunicação prévia pela Diretoria. Reges Moisés esclareceu que nem sempre a Diretoria tem acesso à informação previamente: “Não podemos passar a informação sem ter certeza. O Estado espera até o último momento para verificar quanto tem em caixa e anunciar”.
Daisy Bigossi mencionou que na sexta-feira anterior à data marcada para a efetivação do pagamento já havia sido feito o comando pela Tesouraria, e que, provavelmente, o Diretor-Presidente sabia dessa ordem. Reges Moisés argumentou que os servidores dos demais órgãos do Estado tiveram seus salários parcelados em função do arresto, mas que ele conseguiu recursos para adiantar a folha de ativos do Rioprevidência. “Somos uma Autarquia, mas autonomia sem dinheiro não existe. Quem faz a gestão da folha do Executivo é a Seplag. E, sem autorização, não há pagamento”, defendeu ele.
Marcos Machado indagou se a Avaliação de Desempenho impactará a GDA. “Essa ainda não vai impactar. A avaliação é muito importante. Precisamos olhá-la como feedback, não como castigo. As metas servem para melhorar e verificar as falhas. Hoje estamos tentando dar um foco diferenciado à avaliação”, argumentou o Diretor-Presidente. Daisy perguntou a respeito do pagamento do 13º salário, e Reges Moisés esclareceu que haverá o pagamento, mas que, provavelmente, será de forma parcelada. Marcos se lembrou do destaque na mídia sobre a ajuda da União aos Estados. O Diretor-Presidente informou que, como a ajuda será destinada a outros Estados, além do Rio de Janeiro, esse auxílio será apenas um alívio nas contas.
Sérgio Alves perguntou sobre a possibilidade de o Rioprevidência contratar plano de saúde como empresa. Reges lembrou que esse assunto já havia sido discutido em Café com o Presidente anterior, e disse que foi retirado o limite máximo de 80% da despesa mensal do plano de saúde do servidor, o que faz com que todos os solicitantes recebam o valor máximo da concessão. Fábio falou sobre o fechamento dos postos Rio Poupa Tempo, e sugeriu que fosse pesquisada a possibilidade de cessão de espaço dentro de outros órgãos do Estado. Cristina de Souza disse que novos espaços já estão sendo buscados pelo Rioprevidência, havendo cuidado na escolha, em função de segurança dos servidores, acessibilidade e facilidade de transporte.
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Rioprevidência promove mais uma campanha de Doação de Sangue.
No último dia 25 de novembro foi comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue. Para apoiar essa campanha o Rioprevidência promoveu pelo 4º ano consecutivo uma ação interna de solidariedade e estimulou seus servidores a irem doar.
No dia 2 de dezembro levou oito servidores e estagiários ao Instituto Estadual de Hematologia Arthur Siqueira Cavalcanti, HemoRio, para que eles pudessem fazer a sua doação.
Segundo os dados do Ministério da Saúde, apenas 1,9% da população brasileira doa sangue regulamente. Esta atitude é de extrema importância pois com apenas uma doação de sangue é possível ajudar a salvar até quatro vidas.
A servidora Cecília Girão, da Diretoria de Seguridade (DSE), destacou que iniciativas de solidariedade como essa fazem uma grande diferença. “A campanha é muito importante para conscientizar as pessoas. Espero que a cada ano mais servidores se interessem em participar e ajudar o próximo”, destacou.
Aconteceu
Rioprevidência realiza mais um evento de Planejamento Estratégico e Final de Ano
Aconteceu no último dia 29 de novembro o evento de Planejamento Estratégico e Final de Ano do Rioprevidência. Como no ano passado, a reunião foi realizada no Teatro João Caetano, no Centro do Rio, e contou com a participação de aproximadamente 250 servidores.
Reges Moisés, Diretor-Presidente do Rioprevidência, abriu o evento falando um pouco sobre a Autarquia, a crise financeira que o Estado vem vivendo e sobre a importância do Fundo nesse cenário. Ele deu prosseguimento à conversa apresentando os resultados da Pesquisa de Clima Organizacional, feita este ano com os servidores.
O outro assunto abordado foram as metas para 2017. Reges explicou a importância de todos os servidores para que a centralização de aposentadoria seja um sucesso. “Quase todas as áreas têm como meta trabalhar ou dar algum tipo de suporte na centralização de aposentadoria. A partir do ano que vem, quando o Rioprevidência assumir mais essa função, precisaremos estar unidos para que tudo funcione como estamos planejando e para que essa mudança funcione bem”, explicou.
Antes de terminar Reges agradeceu a presença de todos e apresentou o novo Diretor-Jurídico, Marcel Glaudulich, substituto de Erick Tavares.
No final do evento foi aberto um espaço para que os servidores tirassem dúvidas e fizessem questionamentos ao Diretor-Presidente e à Diretoria.










