Pagamento de salários e de benefícios são destaques no Café com o Presidente na Agência Central
No dia 22 de novembro, os servidores da Agência Central, da Coordenadoria de Atendimento, e da Coordenadoria de Suporte aos Canais se reuniram para mais um Café com o Presidente. O evento aconteceu na Agência Central e contou com a presença da Gerente de Atendimento, Cristina de Souza, da Coordenadora de Atendimento, Carla Marques, e do Coordenador de Suporte aos Canais, João Paulo Silva.
O Diretor-Presidente, Reges Moisés, deu início ao evento agradecendo a presença da equipe, e disse que o formato original do “Café com o Presidente” foi alterado. Segundo ele, o objetivo seria desenvolver maior aproximação e mais um canal de comunicação das agências com a Presidência. “As agências são o cartão de visita do Rioprevidência”, apontou o Diretor-Presidente.
Flávia Mourão questionou o fato de os servidores receberem as informações referentes a pagamento por meio da mídia, em vez de haver uma comunicação prévia pela Diretoria. Reges Moisés esclareceu que nem sempre a Diretoria tem acesso à informação previamente: “Não podemos passar a informação sem ter certeza. O Estado espera até o último momento para verificar quanto tem em caixa e anunciar”.
Daisy Bigossi mencionou que na sexta-feira anterior à data marcada para a efetivação do pagamento já havia sido feito o comando pela Tesouraria, e que, provavelmente, o Diretor-Presidente sabia dessa ordem. Reges Moisés argumentou que os servidores dos demais órgãos do Estado tiveram seus salários parcelados em função do arresto, mas que ele conseguiu recursos para adiantar a folha de ativos do Rioprevidência. “Somos uma Autarquia, mas autonomia sem dinheiro não existe. Quem faz a gestão da folha do Executivo é a Seplag. E, sem autorização, não há pagamento”, defendeu ele.
Marcos Machado indagou se a Avaliação de Desempenho impactará a GDA. “Essa ainda não vai impactar. A avaliação é muito importante. Precisamos olhá-la como feedback, não como castigo. As metas servem para melhorar e verificar as falhas. Hoje estamos tentando dar um foco diferenciado à avaliação”, argumentou o Diretor-Presidente. Daisy perguntou a respeito do pagamento do 13º salário, e Reges Moisés esclareceu que haverá o pagamento, mas que, provavelmente, será de forma parcelada. Marcos se lembrou do destaque na mídia sobre a ajuda da União aos Estados. O Diretor-Presidente informou que, como a ajuda será destinada a outros Estados, além do Rio de Janeiro, esse auxílio será apenas um alívio nas contas.
Sérgio Alves perguntou sobre a possibilidade de o Rioprevidência contratar plano de saúde como empresa. Reges lembrou que esse assunto já havia sido discutido em Café com o Presidente anterior, e disse que foi retirado o limite máximo de 80% da despesa mensal do plano de saúde do servidor, o que faz com que todos os solicitantes recebam o valor máximo da concessão. Fábio falou sobre o fechamento dos postos Rio Poupa Tempo, e sugeriu que fosse pesquisada a possibilidade de cessão de espaço dentro de outros órgãos do Estado. Cristina de Souza disse que novos espaços já estão sendo buscados pelo Rioprevidência, havendo cuidado na escolha, em função de segurança dos servidores, acessibilidade e facilidade de transporte.

