Aconteceu

31 de Outubro 2016

Café com o Presidente chega à Agência da DIP/PMERJ

Reges Moisés iniciou o bate-papo abrindo espaço para que os servidores tirem suas dúvidas, falem sobre o que pensam e conversem com ele. Márcio Hermes, supervisor da agência, apresentou os servidores da DIP/PMERJ e falou sobre o dia a dia deles no atendimento.

Ele destacou a relevância da triagem nessa agência e Cristina Souza, gerente de atendimento, aproveitou para falar da importância de os servidores ensinarem os segurados a utilizarem a internet para imprimir o contracheque, reduzindo, consequentemente, a triagem do atendimento em geral.

Cristina explicou como acontecerá a centralização de aposentadoria, e Márcio ponderou que, no momento em que o Rioprevidência começar a realizar a concessão de aposentadorias, a quantidade de atendimentos das agências irá dobrar.

O grupo de servidores identificou que grande parte do público que vai à agência da DIP/PMERJ para pedir contracheque é aconselhada pela própria Polícia a fazer isso. Márcio enfatizou que a triagem de informação costuma ser bem grande, e que muitas vezes não são informações relacionadas apenas ao Rioprevidência.

Ao falar da manutenção predial e de informática, o supervisor elogiou os setores e sua eficiência em resolver as questões. Ele aproveitou para questionar a retirada da TV da Agência, e Cristina explicou que, em função do atendimento agendado, não haveria necessidade de televisão naquele local.

Monique Felice comentou que o agendamento de habilitação à pensão marcado para o mesmo dia acaba por postergar as atividades da Agência, gerando um passivo de processos. Segundo ela, isso ocorre porque os servidores se organizam para realizar os atendimentos do dia dentro do prazo e do cronograma criados pelo sistema de atendimento.

Carla Marques, coordenadora de atendimento, explicou que esse problema decorreu da dificuldade dos segurados em conseguirem agendar a habilitação à pensão há alguns meses, sendo, assim, dada certa prioridade ao assunto. De acordo com Carla, quando ocorreu o erro no sistema, o segurado precisava aguardar cerca de um mês para conseguir agendar o atendimento, e hoje é possível agendar para o mesmo dia.

Danielle Reis questionou sobre a contratação de estagiários. Reges Moisés explicou que é improvável que haja cortes na quantidade de estagiários já contratados. No entanto, também não seria possível aumentar o número de estagiários no Rioprevidência, segundo ele.

Cristina falou a respeito da importância de ensinar os segurados a usarem o chat e o Fale Conosco para “desafogar” as agências, e Reges Moisés finalizou a conversa falando um pouco mais sobre a centralização de aposentadorias, colocando-se, ainda, à disposição para ouvir os servidores sempre que eles tiverem alguma dúvida ou questionamento.

Aconteceu

13 de Outubro 2016

Aconteceu no último dia 30 de setembro mais uma Sexta-Feira Previdenciária. O evento que é uma parceria da Escola de Educação Financeira do Rioprevidência com o Tribunal de Contas contou com a participação de mais de 150 pessoas, sendo a grande maioria servidores do Corpo de Bombeiros.

As palestras foram ministradas pelos servidores da Gerência de Benefícios do Rioprevidência, Letícia Gallo e Marcelo Martins. Entre os muitos assuntos abordados, os mais discutidos foram dúvidas a respeito da aposentadoria, contribuição previdenciária e os diversos tipos de licenças.

Aconteceu

11 de Outubro 2016

Agência Três Rios recebe o “Café com o Presidente”

No dia 7 de outubro, Reges Moisés esteve na Agência Três Rios para mais um “Café com o Presidente”. O evento contou com a presença da Coordenadora de Atendimento, Carla Marques, do Coordenador de Suporte aos Canais, João Paulo Gomes, e das servidoras Marilena Guadelupe, Mariane Soares e Rosane de Assis. Em meio a pães de queijo, café e bolo de fubá, Marilena contou a história da Agência Três Rios, fundada em 2009.

Rosane disse que a maior dúvida das servidoras hoje é se continuará havendo pagamento. Reges Moisés enfatizou a atual crise vivida pelo Estado, e esclareceu que “estamos vivendo mês a mês, sem saber como será o próximo. Não estamos preocupados com arrestos, porque realmente não há dinheiro em caixa. E não há chance de ficarmos sem pagamento, mas é possível que haja atrasos”. Com relação ao 13º salário, o Diretor-Presidente informou que não há previsão.

Rosane perguntou, também, sobre a probabilidade de exoneração de servidores que ainda estão em estágio probatório, notícia divulgada recentemente pela mídia, e Reges Moisés negou essa alternativa: “quando há desenquadramento da LRF, há algumas alternativas, entre elas a possibilidade de exonerar servidores do quadro. Mas, hoje o governo entende que não é viável, porque na folha estão ativos, inativos e pensionistas. Como seria possível reduzir a folha sem mexer com inativos e pensionistas? Vamos fazer de tudo para preservar os servidores ativos”, esclareceu o Diretor-Presidente.

Mariane quis saber a respeito da centralização de aposentadorias pelo Rioprevidência, cuja absorção exigiria treinamento intenso de servidores. Reges Moisés disse que a crise vivida hoje pelo Estado do Rio fez o Governo repensar ações. “É preciso aumentar a arrecadação, mas também é necessário reduzir despesas. A centralização de aposentadoria virá para auxiliar nessa redução em 2017”, explicou ele. O Diretor-Presidente enfatizou que haverá treinamento massificado, uma vez que não poderá haver atendimento sem pessoal capacitado.

Mariane perguntou sobre a possibilidade de abertura de novas agências. Reges Moisés disse que pretende abrir novos pontos de atendimento presencial, e que brevemente será inaugurada a Agência Itaperuna, no Norte do Estado. No entanto, ainda faltam recursos financeiros e humanos para que sejam instaladas novas agências em território fluminense. Marilena sugeriu que houvesse um programa com preparação psicológica para os servidores que estão prestes a se aposentar, uma vez que eles param de se sentir produtivos e acabam por entrar em depressão.

Aconteceu

10 de Outubro 2016

A última turma do curso de Capacitação em Previdência concluiu seu treinamento dia 28 de setembro. Devido ao alto índice de aprovação e o grande interesse dos servidores pelo tema foram necessáriascinco turmas para atender a todos. Ao todo 185 servidores participaram dos treinamentos.

A programação incluiu discussões relacionadas a aposentadoria, pensão, acumulação de cargos públicos, compensação previdenciária entre outros. Os servidores tiveram a oportunidade de se atualizarem além de entenderem melhor o funcionamento do sistema previdenciário.

Aconteceu

06 de Outubro 2016

Estado adota mais medidas para cortar gastos
Este ano R$ 828 milhões de custos já foram economizados

O governo do estado publicou, nesta quinta-feira (6/10), no Diário Oficial, decreto que estabelece mais medidas para conter gastos. As iniciativas vão gerar economia de R$ 173 milhões em um mês. A partir de hoje, estão suspensas, por 30 dias, novas liberações de empenho de despesas de manutenção para secretarias e órgãos estaduais. A suspensão não se aplica às secretarias de Educação, Saúde, Segurança, Administração Penitenciária e Defesa Civil e Corpo de Bombeiros e órgãos vinculados, além de instituições que exercem funções essenciais à Justiça. Os empenhos que já possuem ordem de pagamento serão quitados. A medida vale apenas para novos empenhos.

O decreto também estabelece a devolução, em 60 dias, de servidores cedidos de outros órgãos da federação e municípios, com exceção daqueles que ocupam cargos estratégicos, o que vai trazer aos cofres estaduais uma economia de R$ 13 milhões ao ano, uma vez que o Estado não terá de ressarcir seus vencimentos aos órgãos de origem. Além disso, as medidas vedam nomeações para cargos comissionados vagos e novas operações de crédito.

– “Desde o início do ano passado, o Estado vem buscando equacionar o déficit financeiro, por meio de medidas de ajuste para reduzir despesas e reconstituir receitas, que vêm caindo drasticamente. A crise é de difícil solução e afeta também outros estados” – afirmou o secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa.

Desde o início de 2015, a grave crise financeira tem obrigado o governo do estado a adotar medidas para cortar gastos. Devido a quedas drásticas e sucessivas da arrecadação de tributos (apenas este ano houve queda de R$ 2,4 bilhões), à queda do preço do petróleo e dos investimentos da Petrobras, o Estado já adotou uma série de iniciativas.

As medidas de corte de gastos implantadas geraram uma economia de R$ 828 milhões este ano, incluindo redução de custeio, pessoal e revisão de contratos. Os cortes incluem despesas nas áreas de telefonia, vigilância, viagens, passagens, manutenção predial, diárias de servidores, terceirização de mão de obra, redução de valores de cargos comissionados, locação de imóveis e veículos, serviços de transmissão de dados, entre outros.

Em junho, foi anunciada a extinção de cinco secretarias, de Habitação, Proteção e Defesa do Consumidor, Prevenção à Dependência Química, Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida e Desenvolvimento Regional. Também está vedada, por um ano, a realização de concursos para cargos efetivos e proibido o custeio de viagens internacionais, exceto quando o objetivo for a fiscalização de contratos, a captação de investimentos ou razões diplomáticas.

A redução de despesas discricionárias (somatório de despesas de pessoal e contratos), previstas no decreto 45.680, em vigor desde 1º de julho, foi de 38%, se comparados os valores liquidados de janeiro a agosto deste ano com período semelhante de 2015, excluídas as áreas de saúde, educação e segurança.

Além disso, auditorias de benefícios do Rioprevidência vão gerar uma economia de R$ 420 milhões este ano. Nos últimos quatro anos, 11 mil pensões irregulares foram suspensas. O sistema previdenciário do estado tem um déficit previsto de R$ 12 bilhões este ano, agravado pela severa queda da receita advinda dos royalties do petróleo e participação especial de petróleo e gás natural.

Alguns cortes já realizados:

– Pessoal, encargos e benefícios: R$ 210 milhões;

– Locação de veículos: R$ 12,9 milhões;

– Limpeza: R$ 13,8 milhões;

– Transmissão de dados: R$ 14,1 milhões;

– Terceirização de mão de obra: R$ 49,3 milhões;

– Serviços públicos de energia, gás e taxas: R$ 1,2 milhão.

Fonte: Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Aconteceu

04 de Outubro 2016

Dando continuidade ao processo de capacitação, em parceria com a Escola Financeira do Rioprevidência, estamos promovendo um Programa de Capacitação em Educação Financeira a ser realizado em dois dias em horário integral, abrangendo os seguintes temas:

Ø Aspectos Econômicos do Endividamento – como prosperar sem se endividar – Noções básicas sobre finanças pessoais. Alguns passos para sair do endividamento.

Ø Contratos bancários e os aspectos legais do superendividamento – Orientar os consumidores sobre os contratos bancários, regidos pelo código de defesa do consumidor e sobre os riscos do crédito fácil, evitando assim o superendividamento pela impossibilidade de um consumidor fazer frente às suas despesas mensais.

Ø Aspectos Psicológicos do Consumo e Endividamento – Esclarecimentos como se da o funcionamento psíquico dos Transtornos do Impulso, com ênfase na *Oniomania, que pode levar o indivíduo ao endividamento.

Ø Planejamento Financeiro Pessoal orientado a prosperidade – Proporcionar o conhecimento básico para que as pessoas sejam capazes de planejar sua vida financeira e organizar seu orçamento pessoal, observando as armadilhas do crédito e do endividamento.

Ø Gestão de Integrada de Patrimônio – O que as pessoas que querem fazer o acompanhamento dos seus investimentos devem saber para quem gerar ganhos com segurança.

Ø Tesouro Direto – Esclarecimentos sobre o Programa de Vendas de Títulos do Governo Federal pela Internet.

Data: 24out e 26out (2ª e 4ª feira)
Horário: 10h às 18h

O treinamento será realizado em nossas instalações à Avenida Rio Branco, 185 – sobreloja.

Caso tenha interesse em inscrever-se neste curso, solicite à sua chefia imediata que realize a sua inscrição pelo e-mail crh-desenvolvimento@rioprevidencia.rj.gov.br. Será realizada apenas uma turma. A realização de uma segunda turma dependerá de negociações da Escola Financeira com os diversos palestrantes que darão este curso.

Aconteceu

03 de Outubro 2016

De terraço social a triênio: assuntos debatidos em mais um Café com o Presidente

No dia 30 de setembro ocorreu mais um Café com o Presidente. O evento contou com a participação do Diretor-Presidente, Reges Moisés, do Diretor Jurídico, Erick Tavares, e dos servidores Rachel Castro, Renata Paiva, Maristela Maciel e Fábio Gonçalves. A conversa animada acabou gerando sugestões de melhoria de trabalho e para concessão de benefício.

Renata Paiva abriu a rodada de sugestões perguntando sobre a possibilidade de instalação de uma copa no térreo, o único local do prédio que ainda não tem um espaço deste tipo para os servidores. O Presidente disse que uma reforma no térreo já estava esboçada no novo layout para a sede da Autarquia, e esclareceu que a remodelação da estrutura física do Rioprevidência incluiria um terraço social no quarto andar, cujo espaço também poderia servir como copa: “será um espaço para que possamos ter integração entre os servidores”, destacou ele.

Com a possibilidade de criação de um terraço social para os servidores, Rachel Castro sugeriu que a ginástica laboral passasse a ser realizada nesse novo espaço, de forma que servidores possam ter opções de horários ao longo da semana. Reges Moisés disse que verificará a possibilidade de colocá-las em prática. Fábio Gonçalves falou, então, sobre a preocupação com a melhoria da qualidade da informação prestada aos segurados do Rioprevidência e com o nível de atendimento. Segundo ele, “as pessoas telefonam para o SAC para consultar algo que deveria estar no site da autarquia. Isso gera um custo, porque a demanda é grande, e o 0800 é pago pelo Rioprevidência. Seria bom termos um nível de maior detalhamento da posição dos processos”.

Aproveitando o assunto, Rachel propôs uma maior aproximação entre o atendimento e a GBE, para que possa ser dado posicionamento dos processos aos demandantes. Maristela Maciel perguntou, então, a respeito do triênio e da progressão de carreira: “é possível alterar a lei de criação do Rioprevidência para que os servidores possam adquirir o triênio? Além disso, todos sabemos que a progressão não cobre a inflação do período. Existe a possibilidade de aumentarmos o percentual ou de reduzirmos o tempo de progressão?”, indagou ela.

Reges esclareceu que todas as novas carreiras do Estado não têm triênio, sendo politicamente inviável conseguir algo nesse sentido agora, devido à crise no Rio de Janeiro. De acordo com ele, seria mais viável tentar reduzir o tempo de progressão funcional. Preocupada com a carreira e com a assunção da centralização de aposentadoria, Renata perguntou se haverá mais servidores convocados, uma vez que há um concurso ainda vigente. O Presidente disse que, possivelmente, serão convocados novos concursados para que o Fundo possa assumir a aposentadoria, mas que essa é uma posição de Governo. Reges apontou que a reestruturação do Estado deve passar justamente por esse ponto, sendo o momento de fortalecer as carreiras do Rioprevidência a partir da centralização de aposentadoria e das auditorias já em curso: “vamos ter um foco muito grande na crise, de redução de despesa. A centralização trará benefícios”, argumentou.

Sem possibilidades de ganho real nos salários, Fábio sugeriu uma mudança na política de concessão do auxílio-saúde: a ideia seria o Rioprevidência contratar um plano empresarial com desconto em folha, cuja economia poderia alcançar 60%, em vez de conceder o auxílio. Dessa forma, segundo ele, haveria um ganho real de salário de cerca de 10%, mesmo sem o reembolso do plano por parte da autarquia. Reges gostou da ideia, e disse que ela será encaminhada à CRH e ao Jurídico para análise da possibilidade. De acordo com ele, o maior problema é que há uma grande limitação por parte da SEPLAG para a concessão de benefícios aos servidores do Rioprevidência.

Fábio elogiou a iniciativa do Café com o Presidente como canal de comunicação da Diretoria com os servidores, e perguntou a respeito de notícia datada de 20 de setembro na intranet, segundo a qual a Caixa Beneficente da Polícia Militar havia recebido R$ 8.538.152,91 do Rioprevidência. Reges explicou que se trata de valor que havia sido arrestado para o pagamento de benefícios, tendo sido restituído pelo Tesouro Estadual em nome do Rioprevidência.