Papel do Rioprevidência na reestruturação do Estado ganha destaque durante o “Café com o Presidente”
No dia 9 de novembro aconteceu o “Café com o Presidente” na Agência Niterói. O evento contou com a presença da Gerente de Atendimento, Cristina de Souza, da Coordenadora de Atendimento, Carla Marques, dos servidores Felipe Alluphar, Francisco José Wenceslao, José Luís Martins e Marcia Gonzaga, da Agência Niterói, e de Carlos Alberto da Silva e Mario César Amorim, do Posto Rio Poupa Tempo São Gonçalo, unidade que teve suas atividades suspensas devido à crise do Estado.
Reges Moisés se colocou à disposição para esclarecer as dúvidas dos servidores. Felipe Alluphar disse que leu as questões sobre centralização de aposentadoria abordadas em outros “Café com o Presidente”, e questionou se o Rioprevidência assumiria a centralização de todos os Poderes ou somente as do Poder Executivo. De acordo com o Diretor-Presidente, “o escopo do projeto de centralização de aposentadoria inclui todos os Poderes. Vamos iniciar com o Executivo e passaremos aos demais”.
Reges Moisés destacou que o Rioprevidência terá um papel importante na reestruturação do Estado do Rio de Janeiro: “a reestruturação do Estado será baseada na auditoria, que já estamos realizando, e na centralização de aposentadorias. Estamos em processo de contratação da empresa que criou o SIGRH para a execução do projeto do módulo de aposentadoria”, declarou ele.
José Luís Martins perguntou como seria feita a alocação de mão de obra nas agências para a assunção da aposentadoria, já que os espaços físicos são limitados. Reges Moisés esclareceu que a centralização não acontecerá de imediato, uma vez que ainda não há condições físicas, de recursos humanos e de sistema para essa ação.
O Diretor-Presidente enfatizou que, além da capacitação para operar o novo sistema, os servidores farão cursos sobre concessão de aposentadoria, visando à padronização da informação que será passada ao servidor ativo. Cristina de Souza aproveitou, então, para explicar que o fluxo da concessão de aposentadorias não será o mesmo que o de pensão: a entrada no processo será dada no órgão de origem. “O Rioprevidência fará apenas a finalização do processo”, disse ela.
Mario César Amorim perguntou se havia alguma novidade com relação ao recadastramento de aposentados e pensionistas para o ano de 2017. Reges Moisés explicou que esse recadastramento está sendo chamado de auditoria, e que essas ações vão continuar ao longo do ano que vem. Ele aproveitou para informar que, com a extinção da SEPLAG, o Rioprevidência vai avocar a auditoria de servidores com cargos inacumuláveis.
Mario César contou que entrou na Autarquia como servidor do IPERJ, foi cedido para a Defensoria Pública Geral do Estado, e acabou por voltar recentemente ao Rioprevidência. Ele se disse surpreendido com a mudança positiva da estrutura e elogiou a transformação da Autarquia, principalmente na parte de padronização da informação. Mario César ainda indagou o Diretor-Presidente sobre a previsão de retorno do atendimento do Rioprevidência em São Gonçalo. Reges Moisés disse que está sendo pesquisado um imóvel bem localizado para a instalação de uma agência no município, assim como está sendo feito em São João de Meriti e em Bangu.
Marcia Gonzaga perguntou se o Rioprevidência poderia ter um convênio como o do SODEXO, que foi feito para o RJPrev, e Reges Moisés ponderou que o Rioprevidência poderia aderir, e que a Diretoria Executiva pensou nisso. No entanto, a maior preocupação seria fazer a adesão e futuramente ser publicada uma medida do Governo do Estado que cortasse esse tipo de benefício. “Perderíamos tudo”, esclareceu ele.
