COVID-19: o que é preciso saber sobre a variante Delta
A variante Delta da COVID-19 é um dos principais motivos do aumento de números de casos nos países com cobertura vacinal avançada. A OMS acredita que a cepa tem potencial de se tornar dominante no mundo nos próximos meses.
Não há como afirmar que a variante Delta é ou não mais grave. Porém, está sendo considerada mais transmissível, pois analistas sugerem que, devido a semelhanças com gripe comum e o avanço da vacinação, há relaxamento quanto aos cuidados de prevenção.
Somente o teste confirma o vírus, mas a orientação é ficar atento a sintomas e não negligenciar na precaução.
A ciência já sabe que as pessoas vacinadas também podem se infectar com a COVID-19, e apesar do menor risco de adoecerem gravemente, estes devem continuar obedecendo a todos os protocolos de prevenção, mesmo após a vacinação com as dosagens indicadas de cada imunizante.
Sintomas mais comuns no início da infecção
Diferente das cepas iniciais, que apresentavam sintomas como perda de paladar e olfato, a variante Delta do coronavírus causa sintomas semelhantes às da gripe comum:
– Dor de cabeça, dor de garganta, tosse e febre;
– Calafrios e perda de apetite;
– Nariz escorrendo, mal-estar e dor muscular também são relatados.
Sintomas de cepas anteriores podem também estar associadas à variante Delta. Portanto, cuide-se! Siga todos os protocolos de prevenção!
E lembre-se: A vitória contra a COVID-19 é um esforço coletivo. Mas, depende da ação responsável de cada um de nós!